•A Umbanda tem Fundamento e é COISA SÉRIA, PARA QUEM É SÉRIO OU QUER SE TORNAR SÉRIO. Umbanda é bo

•A Umbanda tem Fundamento e é COISA SÉRIA, PARA QUEM É SÉRIO OU QUER SE TORNAR SÉRIO. Umbanda é bo
•A UMBANDA TEM FUNDAMENTO E É COISA SÉRIA, PARA QUEM É SÉRIO OU QUER SE TORNAR SÉRIO.
Obrigado, meu Deus, pela fé que me sustenta, Pelos amigos que fiz E continuo fazendo. Obrigado, meu Deus, Pelas bençãos de Ogum, Pela proteção de Iemanjá, pelo amor de Oxum. Obrigado, meu Deus, Pela força de Iansã, Pela retidão de Xangô, Pelo colo de Nanã. Obrigado, meu Deus, Pelo equilíbrio de Oxosse, Pelas curas de Omulu, pelas cores de Oxumarê. Obrigado, meu Deus, Pelas folhas de Ossãe, Pelas Crianças que enchem de alegria nossos Terreiros, Pela amizade dos Boiadeiros. Obrigado meu Deus, Pela humildade dos Pretos-Velhos, Pelas Almas Santas e Benditas, Pela cumplicidade de Exu e Pomba Gira. Obrigado, meu Deus, por fazer de mim um instrumento da Tua vitória. Até aqui o Senhor me ajudou! Deus salve a Umbanda!
Ney Rodrigues

RADIO C.E.A.B.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Os verdadeiros Templos de Umbanda


Os verdadeiros Templos de Umbanda

Podemos definir a Umbanda Sagrada como a “Manifestação do espírito para a prática da caridade pura, e em todas as suas formas”. Portanto, por essa definição visualizamos o verdadeiro sentido dessa religião. Os verdadeiros Templos de Umbanda são aqueles :
• Onde se fala em Deus;
• Onde se prega a palavra e os ensinamentos de Jesus Cristo;
• Onde se fala da Filosofia e Doutrina Espírita ditada por Allan Kardec;
• Onde se pratica a Caridade;
• Onde não há cobrança, pois espíritos não precisam de dinheiro;
• Onde não há matança de animais, pois matar animais, que são filhos de Deus, não é fazer caridade e, matar um animal, perante Deus, é como matar qualquer ser humano;
• Onde se prega a Fé;
• Onde se prega o Amor;
• Onde se prega o Conhecimento;
• Onde se prega a Justiça;
• Onde se prega a Lei;
• Onde se prega a Evolução;
• Onde se prega a Vida.
Locais onde não se fala em Deus, Kardec, Jesus, onde há cobrança e matança de animais e onde são feitas coisas sem devido conhecimento, através da superstição, colocando o medo nas pessoas que frequentam, esses locais não são Umbanda. Esses locais por terem as piores qualidades de pessoas e espíritos(já que semelhante atrai semelhante), devem ser evitados, com o risco de se ter, através das leis espirituais da “ação e reação” e do “Karma”, sérios danos às pessoas, não só no aspecto Financeiro, como Moral e Espiritual.

O Umbandista e a Vaidade


O Umbandista e a Vaidade

A falta de união entre os terreiros de Umbanda está relacionada à vaidade e ao egocentrismo de determinados dirigentes umbandistas. A vaidade é como um veneno que contamina a alma do indivíduo. É um entorpecente letal que, se não for cuidado em tempo, levará o sujeito a um desfecho completamente irreversível. Essa mesma vaidade é ainda um mal que destrói a verdadeira missão da Umbanda: a Caridade!


Normalmente, a vaidade começa com um pequeno elogio: "Nossa, Fulano trabalha bem naquele terreiro!" ou " Fulano tem um 'Guia' muito forti..."


Enquanto elogios desse tipo não chegam aos ouvidos do Fulano, tudo anda bem. Porém, a coisa começa a degringolar quando tais palavras alcançam o desavisado. É realmente um veneno, mas só se o alvo deixar entrar em sua corrente sanguínea. Aí, não tem jeito...


O Fulano, movido pela vaidade, passa a se achar o bambambam da Religião. Acredita que só ele é quem detém as chaves dos mistérios umbandistas. Só ele tem a melhor incorporação: a mais forti. Pensa que só o seu cabocro é quem tem o poder de desfazer todas as demandas; só o seu inxum é quem é o Cabra mais poderoso; só o seu preto-velho é o mais iluminado. Tudo isso toma uma proporção maior ainda quando o Fulano é o "dono" do Terreiro onde ele diz que pratica a Caridade.


Contaminado pelo veneno da vaidade, o Fulano passa a desfazer dos outros "terreirinhos" ao redor. Acredita que só o dele é que tem os verdadeiros e únicos fundamentos da Religião; só o dele é que segue o verdadeiro ritual; só o dele é que tem a raiz mais profunda; só os seus antepassados é que praticavam a "verdadeira" Umbanda... Tudo isso é triste... Mas, aliado à vaidade, surge o egocentrismo de certos dirigentes.


Do alto do ilusório pedestal, o Fulano passa a ser o Senhor das Duas Torres (acho que já vi esse filme...): a vaidade e o orgulho! O Terreiro passa a ser uma extensão de si mesmo. Toda a sua vaidade e o seu ego inchado refletem no terreiro que ele comanda... O ritual já não tem a simplicidade do início. Suas vestes já não são mais tão simples como quando despertou o primeiro amor pela religião... Até os médiuns mais novos alimentam um certo orgulho de pertencerem ao "melhor" centro de Umbanda. Já não vêem com bons olhos os trabalhos realizados pelos mesmos Guias de sua casa no Terreiro vizinho. Acreditam que os médiuns do terreirinho da esquina estão mistificando e que os Guias de lá, não são Guias.


Egocêntrico, vaidoso e cada vez mais alienado das novidades da Religião e do crescimento de outras casas, o Fulano embebeda a todos com sua filosofia sem fundamentos do que é a verdadeira Umbanda... Despeja uma infinidade de pedras nas casas alheias; passa a criticar as atitudes dos outros pais de santo, dos outros chefes de terreiro; diminui o trabalho dos novos umbandistas (ainda mais se esses abrem um novo terreiro para a prática simples da caridade...); inicia a apresentação de um ritual rebuscado, cheio de inovações, poluído de mundanismo; ofuscante de tanto brilho e de tanta pompa.


Ora, se tais desvios de comportamento e de conduta ficassem restritos ao seu terreiro, seria bom... O problema fica pior quando o terreirinho da esquina, aquele que foi tão humilhado e execrado, aquele que conservava uma simplicidade sem par, o mesmo que era tão humilde e simples, se envereda pelo mesmo caminho do "Majestoso" e passa a disputar as atenções do público...


Bem, não é necessário enumerar e explanar sobre as mesmas atitudes do outro terreiro. Todas os atos e pensamentos são idênticos! Como se esse estivesse contaminado pelo mesmo vírus, ou pelo mesmo veneno. Seria redundância falar sobre o que o agora nada-humilde terreiro faz "em nome da caridade".


A união é impossível diante de quadros como esses...


Como unir dois potentes vaidosos e egocêntricos? Quem brilhará mais? Qual dos dois irá deter o título de "melhor"? Qual deles tem a raiz da Umbanda?


Onde houver vaidade, não subsistirá a Caridade

Importa viver a mensagem!


Importa viver a mensagem!
O Dirigente de um templo de Umbanda (tbm chamado de Terreiro) decidiu observar as pessoas que entravam para orar. Sim, àquele templo era diferente, não abria somente nos dias de reunião ou gira como os umbandistas chamam.

O Dirigente, assim como os filhos de fé entendiam que podiam ofereçer algo mais...

Algo mais do que só acreditar que a transformação acontece se os atabaques tocarem, se os guias baixarem, com dia e hora marcada...

A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou. O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.

Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do Dirigente crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.

O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava José.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

O Dirigente, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse ao terreiro sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse José sorrindo.

Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O Dirigente ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes. Teve então, um lindo encontro com Jesus.

Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

Certo dia, o Dirigente notou que José não havia aparecido.

Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.

Durante a semana em que José esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.

A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como José não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o Dirigente colocou-se ao lado de sua cama (Ele era mesmo um Dirigente Umbandista diferente, não era daqueles que se contentavam em ficar sentados na cadeira de "Painho" esperando os "desesperados" aparecerem).

Foi quando José ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!

Parecendo surpreso, o velho virou-se para o Dirigente e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias. Agora sou eu quem o está observando.. . e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'

Assim como o Dirigente umbandista não teve vergonha de reconhecer que ainda não havia alcançado tamanha humildade como a de José, ainda que amasse de todo seu coração aos Orixás, aos Guias e a Jesus.

E se você não está envergonhado, nem de Jesus, nem dos Orixás, nem de amar sem se importar com a bandeira, cor de pele, opção sexual do outro, passe essa mensagem adiante.

Jesus é sempre o seu melhor amigo.

Os Orixás são sempre os seus melhores amigos.

Buda é sempre o melhor amigo.

Krishna é sempre o melhor amigo.

Allah é sempre o melhor amigo.

O Grande Espirito é sempre seu melhor amigo.

O Todo é sempre o melhor amigo.

Você é sempre o melhor amigo.

SORRIA, VOCÊ É AMADO (A)! TENHA UM LINDO DIA!

Ps: Propositalmente mudei o contexto da mensagem, não por favoritismo, mas por saber que há Dirigentes umbandistas que de fato não ficam tal e qual "Painhos", mas que colocam seu amor em ação, nem que seja num mínimo gesto, como o de visitar alguém num hospital, entreter crianças num orfanato, ouvir pacientemente idosos num asilo, distribuir pratos de sopa aos necesistados.

Enfim que compreenderam a mensagem, independente da embalagem, muito além dos discursos...

Paz e Luz!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CONVERSANDO SOBRE A UMBANDA


CONVERSANDO SOBRE A UMBANDA
(Autor desconhecido)

Umbanda é prática da Caridade. Mas Caridade não é colocar as pessoas no colo e resolver os problemas delas. Caridade não é apenas consolar, mas também Esclarecer.

E a Umbanda para isso, coloca inúmeras ferramentas energéticas, magísticas, espirituais e conscienciais a nossa disposição. Nós umbandistas temos o dever de repassar essas ferramentas, de fazer com que não apenas os médiuns e integrantes da corrente conheçam as “mirongas de Umbanda”, mas de forma simples e prática, devemos também repassá-las para que a assistência para que ela também se beneficie, quebrando sua dependência em relação aos guias.

Umbanda é Esclarecimento. Pois ela também nos Esclarece em relação ao mundo espiritual, as leis karmicas, de afinidades, a respeito dos Orixás e da família espiritual de cada um e do nosso papel perante todas essas diversidades.

Tantos são os assuntos que poderiam ser ventilados dentro dos terreiros para melhor desenvolvimento pessoal de cada um, pena que a maioria dos umbandistas estão mais preocupados com os fenômenos e com a manifestação física, esquecendo de se voltar para a filosofia espiritualista para sua doutrina que está no âmago e na sustentação da religião de Umbanda.

As pessoas insistem em ficar culpando a espiritualidade por suas condições pessoais, buscando jogar a culpa nos “Diabos”, mas esquecem que o verdadeiro “diabo” não é rabudo e nem tem chifres. Não é vermelhinho, nem anda com tridente algum. No entanto, espeta como ninguém, principalmente quando usa a auto-culpa das pessoas como meio comum para suas estocadas ocultas.

O verdadeiro diabo não é ostensivo, pelo contrário, é discreto demais, mas é radical em seus propósitos. Ele age na calada oculta do ego, sempre estimulando as reações extremadas, mesmo aquelas disfarçadas de causas justas, ou aquelas revestidas de aparente raciocínio crítico. Ele gosta dos corações empedernidos no ódio e das mentes ressequidas de orgulho.

O verdadeiro diabo não criou inferno algum, pois ele já o encontrou plasmado dentro das pessoas cheias de medo e culpa. E, para sua própria surpresa, descobriu que o tal inferno não é um lugar, mas um estado de consciência, mantido pelas próprias pessoas. E ainda mais: descobriu que ali não é quente, pelo contrário, é um clima sombrio e frio, sem o calor da luz e sem o viço da alegria.

Pois é, o inferno é um estado de consciência, e o diabo não é uma entidade maléfica à parte do ser humano, nem mesmo um ser criado por Deus. Não mesmo!

O verdadeiro diabo se chama IGNORÂNCIA, e as pessoas o adoram, principalmente os fundamentalistas de qualquer área, seja religiosa, técnica ou espiritualista, que simplesmente são os seus maiores divulgadores.

Esse é o diabo que precisa ser exorcizado dos homens: a ignorância em qualquer de suas manifestações.

Cuidado pois a SABEDORIA pode também se tornar ignorante. È isso mesmo a majestosa sabedoria, que é o acúmulo de conhecimentos vivenciados, através de uma nova personagem que é a VAIDADE pode se tornar sim ignorante.

O Poder da vaidade é tamanho que quando iniciamos em uma nova trajetória de conhecimento e chegamos num determinado momento dessa aprendizagem, começamos a pensar se devemos continuar e desvendar os objetivos daquele ensinamento ou se não já sabemos o suficiente e devemos parar.

Mas qual é o papel da vaidade senão proteger-nos de uma sabedoria que, se atingida, nos dará a capacidade para reconhecê-la, transferindo para nosso consciente o saber de como reconhecer atitudes de pura vaidade, tanto as nossas e quanto as das outras pessoas.

Não subestime sua vaidade! Na maior parte do tempo acreditamos que a controlamos ou mesmo que não a possuímos. Mas o que é isso senão a vaidade de não nos vermos como pessoas soberbas.

Quando somos obrigados a abandonar algo, que reconhecemos como fonte de algum prazer, alegando, por exemplo, que não temos interesse, é a vaidade novamente salvando-nos, ao satisfazer o inconsciente com a falsa percepção de que não carecemos desse prazer e, por isso, não continuamos adiante. Nesse momento, a vaidade troca a batalha da sabedoria que nos impulsionaria a encontrar formas para atingir aquele prazer, direcionando-nos diretamente para as glórias da ignorância que nos permite “imaginar saber” como seria desfrutar daquele prazer.

Mas, ter sabedoria é bem diferente de obter informação, pois, enquanto a informação se resume em quanto conteúdo que alguém pode assimilar sobre um determinado assunto, mesmo sendo este conteúdo fruto a sabedoria do outro; a sabedoria, na realidade, representa o processo psíquico que organiza de forma racional qualquer fato, acontecimento, informação ou pensamento, permitindo que nós mesmos reconheçamos seu conteúdo, e o colocamos em prática no nosso dia-a-dia.

Por sua vez, a ignorância é bem diferente de desconhecimento, pois, enquanto o desconhecimento representa apenas tudo àquilo que ainda não foi vivenciado ou apreciado por nossa razão, incorporando-se ao nosso inconsciente como conhecimento ou enquanto forma de saber; a ignorância é a consciência que temos da ausência do conhecimento.

Mas o que a vaidade tem a ver com tudo isso?

A vaidade surge em nossas vidas ainda na infância, quando passamos a ter a percepção de nós mesmos e com o tempo, enquanto evoluímos, ela evolui também. O problema é que a vaidade pode evoluir mais, ou menos, que nós mesmos evoluímos enquanto seres humanos e de forma “independente”, posto que a vaidade é fruto de nossa “psique”.

Ficou confuso! Mas, é isso mesmo! A vaidade evoluindo mais ou menos que nossa personalidade (nós mesmos), sempre influenciará nossas atitudes e, por ser “independente”, subjuga nossa sabedoria ou desperta nossa ignorância, evitando, assim, que atinjamos o saber, e passamos a barganhar com nós mesmos ofertas de um pouco de conhecimento ou algo que nos dê prazer.

Assim, a IGNORÂNCIA é a prisão da SABEDORIA e a VAIDADE sua fiel sentinela.

Então, esse é o momento de adquirir conhecimentos para transformar as experiências da vida em sabedoria, para assim vencer a ignorância e desfrutar de todo prazer que puder obter. Não desista ainda, pois se você chegou até aqui é porque seu inconsciente (sabedoria) está interessado em evoluir e, assim, poder tirar suas próprias conclusões com base no conhecimento (do saber) vencendo a ignorância (do desconhecimento).

Acredito que agora você já esteja conseguindo identificar a diferença entre possuir uma informação e ter conhecimento.

Quem nunca presenciou debates onde os participantes buscam primeiro defender seus pontos de vista de modo a sobressair aos do outro! Onde está o debate em torno do tema?

O que vemos aí é apenas a vaidade de cada um que, escondendo a ignorância, luta com os mais ardentes argumentos para que suas informações (desconhecimentos) não sejam vistas como inverdades (ignorância).

Infelizmente, nós criamos o hábito de valorizar, por pura vaidade, aqueles que, de alguma forma, mesmo que reprováveis, conseguiram alguma posição ou prestígio social, e quando fazemos isso, não nos damos conta de que nosso próprio esforço, conhecimento, realizações, etc, somente terão o reconhecimento merecido quando, de alguma forma, estivermos de outro lado, em igual situação.

Devemos aprender a valorizar o saber, o conhecimento. Um sábio acaba frustrando nossa vaidade, pois nos obriga a pensar para chegar às nossas próprias conclusões, mesmo com o risco de fracassar, ao passo que o ignorante apenas afirma o que já sabemos, dando-nos a falsa impressão de possuir tanto saber quanto ele, não nos acrescenta nada, mas acabamos nos sentindo valorizados. Vaidade, vaidade, vaidade… tudo é vaidade.

Lembre-se: Tem coisas que nenhum passe, nenhuma magia, nenhum banho ou defumação irá resolver. Mas talvez uma boa conversa, um bom livro ou apenas uma nova visão em relação à vida ou a situação possa ajudar a mudar.

A Umbanda está cheia de milagres e encantos, cheia de exemplos de superação, simplicidade e humildade. Mas esses milagres e encantos, esses exemplos são simples, acontecem a todo o momento, que acabamos por banalizá-los e não os percebendo. Faz-se necessário que deixemos nossa vaidade de lado, acabando com a ignorância, para que assim possamos seguir rumo a evolução proposta pela UMBANDA.

Então, escute, ouça, sinta… Seja um com Ele! Nisso reside todo Mistério.



Que Oxalá nos abençoe!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Para os Consulentes - Mitos e Realidade pertinentes a obsessão:


Para os Consulentes - Mitos e Realidade pertinentes a obsessão:
· Mito: Sou uma boa pessoa, não faço mal a ninguém.
Realidade: E desde quando “não fazer o mal” nos dá alguma garantia de que não sofreremos
alguma ação obsessiva? Se nem “fazer o bem, sem olhar a quem” nos dá essa garantia,
quanto mais não fazer o mal.
Se assim o fosse Jesus não teria sofrido nada, não é mesmo?
· Mito: Eu não mereço o que estou passando, isso só pode ser “trabalho feito”.
Realidade: A auto-piedade é porta aberta a ação de obsessor. Com a auto-piedade nunca
achamos que estamos errados, ou se achamos, o nosso erro é plenamente justificado por ela.
Nem tudo é “trabalho feito” mas se você cisma que é e se julga não merecedor do problema
que está passando, você acaba mesmo é realizando (criando, gerando e nutrindo) um
“trabalho feito” contra você mesmo. Pare de lamuriar e reveja a sua vida, as suas atitudes.
Da mesma maneira que nem tudo é “trabalho feito”, nem tudo é obsessão. A obsessão se
caracteriza por uma persistência de sintomas, ou seja, uma perturbação constante. Se a influência é
sazonal não é uma obsessão.
Em resumo essa é a explicação do porque ninguém é inteiramente inocente ou culpado
quando estamos falando em obsessão e baseado nisso tudo é que a Corrente de Desobsessão
trabalha e atua, ou seja, esclarecendo o espírito obsessor e o obsediado, para que o processo
energético que os uniu seja desfeito.

Texto extraido do livro : Umbanda – Mitos e Realidade

Para os Médiuns - Mitos e Realidade pertinentes a obsessão:


Para os Médiuns - Mitos e Realidade pertinentes a obsessão:

· Mito: Minha banda cuida de mim.
Realidade: é claro que a “sua banda” cuida de você. Mas e você “cuida” da sua língua? Você
cuida da sua vida? Você cuida para que seja um bom instrumento de atuação do Astral
Superior, ou se enche de vaidade por ser aparelho de tal ou qual guia?
Senhor(a) Médium, a vaidade é porta escancarada para a entrada de espíritos trevosos que
visam nos desviar do caminho. Toda atenção é pouca.
· Mito: Eu faço caridade, participo das sessões, portanto estou livre disso.
Realidade: participar das sessões, dar passagem para as entidades, guias e protetores nunca
foi “fazer caridade”, mas sim oportunidade de aprendizado e crescimento, pois que o maior
beneficiado é o próprio médium.
Já tive o desprazer de ouvir médium dizendo que está doando o tempo dele, emprestando o
corpo dele para o guia fazer caridade. Quanta vaidade, empáfia e estupidez! Francamente!
Ainda bem que estou encarnada e sei que muito tenho que aprender ainda, pois se sou guia
de trabalho desse médium mandava ele as favas!
Será que ele não vê nunca, não aprende nunca e não sente nunca? Será que está realmente
com “guia na cabeça”? Sinceramente acho que não, pois a bêncão que recebemos ao entrar
em contato com nossos guias e protetores é insubstituível e se renova a cada gira. Esse
médium não merece isso, mas principalmente o guia não merece um médium assim!
· Mito: Se eu estou sofrendo ataque de obsessor é por culpa do terreiro, as defesas da Casa
estão fracas.
Realidade: Isso é passar atestado de incompetência para as suas próprias entidades que
fazem parte da egrégora protetora da Casa em que atua como médium. Nós médiuns é que
ficamos fracos ao ceder às nossas mazelas, ao ceder a nossa indolência. Fácil isso, não?
Culpar o outro por uma fraqueza que é exclusivamente sua!
Os protetores e guias estão constantemente nos guardando e protegendo, mas a intensidade
dessa energia protetora está diretamente ligada a nossa capacidade de nos mantermos
vibracionalmente compatíveis à sua atuação.
· Mito: Faço todos os preceitos direitinho. Em mim nada pega.
Realidade: Olha a “onipotência mediúnica”. Médium que pensa assim, geralmente também
não vê “nada demais” em atender em sua própria residência. Acha que meia dúzia de
orações, pontos cantados e velas resolvem “qualquer parada”. Ledo engano. Isso é vaidade,
pura vaidade!
· Mito: O meu terreiro é forte, resolve qualquer parada.
Realidade: Olha a vaidade novamente!
Fácil também jogar para o terreiro e geralmente para o dirigente a responsabilidade total, não?
Além do mais não é função de terreiro nenhum “resolver qualquer parada”. A força de um
terreiro reside principalmente na qualidade dos médiuns que pertencem ao corpo mediúnico.
Isso explica o fato de muitos médiuns quererem fazer parte de um determinado terreiro,
entrarem, mas não conseguirem continuar nele. “Muitos são os chamados, mas poucos são os
escolhidos”. Terreiro bom não é terreiro cheio de médiuns. Terreiro bom é terreiro que tenha
bons médiuns, ou seja, médiuns compromissados verdadeiramente com o bem, com a
caridade e que buscam constantemente ser um bom canal de comunicação com a
espiritualidade superior.

Texto extraido do livro : Umbanda – Mitos e Realidade

domingo, 25 de dezembro de 2011

A Pressa é Inimiga da Compreensão


É impressionante a pressa que
alguns médiuns iniciantes têm, em mal
entrar em um Terreiro de Umbanda, e já
"Querer Incorporar e Saber o Nome De Seus Guias ".
Entendemos a pressa do médium em "começar
a fazer caridade", mas é fundamental que se entenda
que não é somente "dando incorporação" que a
caridade é feita. Além do mais, se este for mesmo o
tipo de mediunidade da pessoa, há que se esperar
e se certificar de inúmeros fatores antes de
"colocar o médium para dar consulta".
Cabe ao Dirigente explicar e orientar que tudo tem
seu tempo e sua hora, que o desenvolvimento mediúnico
não ocorre exatamente igual com todos... Mas muitas
pessoas ficam dizendo que antes de entrar para o
terreiro incorporavam "por nada", no trabalho,
na escola, lendo, etc, praticamente exigindo ou "culpando"
o Terreiro por não estar incorporando agora.
Por que isto acontece? Simples. Enquanto o médium não
entra para uma corrente, a sua mediunidade
fica absolutamente sem disciplina e sem doutrina, a partir
do momento que ingressa, que passa a fazer parte
da corrente de um terreiro, tanto médium quanto
entidades passarão por um processo de adaptação
e aprendizado, que visa disciplinar tanto um quanto
outro. Além do mais, como ter certeza que era
realmente incorporação e não simples animismo,
ou descontrole emocional e nervoso?
É fundamental esse tempo, para que todas as
orientações possam ser absorvidas e compreendidas.
Apressar qualquer processo de desenvolvimento
mediúnico, querer queimar etapas, que se existem,
são importantes, é certamente colocar em risco
todo o processo de Desenvolvimento.
Lições que deveriam ser absorvidas são apenas
ultrapassadas, sem a devida confirmação de
aprendizado.
Precipitar o processo pode acarretar em
desânimo e frustração no futuro, pode transformar
um bom médium num Mistificador, num vaidoso e
talvez até fazendo com que se desvie do caminho,
culpando a Umbanda pela incompetência do
dirigente em explicar e orientar e do médium em
esperar.
Além do mais, quando isto acontece é justamente para
se ver a determinação do médium, se ele realmente
deseja fazer caridade, Ser Umbandista, ou está apenas empolgado.
Portanto lembrem-se, quando tratamos
de desenvolvimento mediúnico falamos em processo,
onde a pressa é inimiga da compreensão e, conseqüentemente, da evolução.

10 Mandamentos para o trabalho Espiritual


1º - Não se desconectar da matéria. O excesso de
espiritualismo pode criar uma descompensação com
graves prejuízos para a vida pessoal e material
de uma pessoa.

A matéria é tão importante quanto o espírito;
ambos são matizes, graus da mesma manifestação,
nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro. A
ntídoto: Equilíbrio.

2º - Não despertar os poderes antes da consciência,
os poderes estão a serviço da consciência e não é
preciso buscá-la, quando chega o momento, eles surgem
naturalmente, buscar o poder antes de saber é inverter
a ordem natural do processo.

Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser
doados a partir de algo além de nossa vontade. Antídoto:
Equanimidade.

3º - Não se fixar em pessoas em vez de em suas informações,
você não monta uma casa em um túnel, ele é só um meio
para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta
a infância psicológica. Em um processo de iniciação ou
terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como
uma fase de superar e não como um estado onde parar.
Antídotos: Discernimento e Moderação.

4º - Não sentir excesso de autoconfiança, quem se crê
autoconfiante é uma presa fácil para os “Agentes do Engano”.
Quem crê demais na própria capacidade está fadado a
equivocar-se. Antídoto: Desconfiar de Si Mesmo.

5º - Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria
linha de trabalho é superior as demais, essa superioridade
é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a
onipresença da consciência em todos os seres e caminhos,
e esta postura desconecta uma pessoa das autênticas
correntes da consciência amplificada e é o ponto de
partida para a via negra. Antídoto: Equidade.

6º - Não se deixar levar por impulsos messiânicos.
A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal,
sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança, essa
fobia paranóica rompe com os canais de conexão como
mestre interior, bloqueia o processo de auto conhecimento
e lança a espiritualidade numa espiral involuta.
Antídoto: Confiança na Existência.

7º - Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode
levar uma pessoa a romper com seu circulo profissional e
familiar sem necessidade.Com o “Fluir” ou o “Fechar os Olhos e Saltar”-
axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais,
os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os
recém-chegados a se arrebentarem logo na largada. Antídoto:
Responsabilidade Serena.

8º - Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as
novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa
pode-se tornar intolerante, ela tem a tentação de impor
sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais.
Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas,
ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.
Antídoto: Tolerância e Relaxamento.

9º - Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas
coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas
leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude,
pode-se passar uma vida inteira andando em círculos,
enquanto se faz passar por sábio. Antídoto: Concentração.

10º - Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais
servem de álibis ou justificativas convincentes para os
piores ativismos. Usar essas informações para fim muito
particular é um crime. Ninguém profana impunemente o que
pertence a todos.

Antídoto: Retidão e Integridade.


“Equilíbrio, Equanimidade, Discernimento e Moderação, Equidade,
Tolerância e Relaxamento, Confiança na Existência,
Responsabilidade Serena, Desconfiança de Si Mesmo, Concentração,
Retidão e Integridade é a grande proteção daqueles que se
aventuram pelo mundo espiritual e esotérico, por outro lado,
quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser
neste campo que estará sempre num bom caminho”.


Sarava Umbanda!

Desenvolvimento Mediunico na Umbanda


Com muita freqüência, vemos que os médiuns iniciantes
Na Umbanda têm pressa na prática do exercício de sua
Mediunidade seja da incorporação, de vidência,
De psicografia, entre tantas outras faculdades, o que o
Médium aprendiz deseja é começar logo na prestação
De sua caridade espiritual, além de querer conseguir
Sua total evolução em um período curto de tempo.
Antes de tudo, deve-se saber que o processo de
Desenvolvimento das faculdades mediúnicas se dá
Individualmente e que cada indivíduo tem seu tempo,
Não existindo regras quanto à estipulação de tempo
Para as faculdades mediúnicas, sendo, portanto, cada
Um responsável pelo seu próprio desenvolvimento
Espiritual, e cada qual com seu tempo.

Outro ponto a ser abordado, é que, jamais um dirigente
Espiritual centrado fará ser apressado este processo,
Que Via de Regra é lento e acima de tudo individual,
Também não se quer ver o médium iniciante
Atropelando-se nas etapas necessárias ao perfeito trabalho
Mediúnico, pois o que se objetiva não é apressar
Ou tornar madura a mediunidade precocemente, sem que
Antes, haja o estudo mediúnico aliado à prática
Experimentada da faculdade mediúnica.

Deve haver ainda, a sapiência e a consciência do Médium
Sobre os atos, preceitos e fundamentos litúrgicos Da Umbanda,
Antes por exemplo, de se ver um médium de Incorporação
Consultando, este deve estar capacitado e apto Ao trabalho
Mediúnico, e estes fatores só terão êxito se houver Juntado com
A prática do desenvolvimento, o estudo, pois Sem ele, não se
Conseguem princípios basilares para o trabalho
Mediúnico adequado.

Ademais, o estudo é imprescindível para o regular e constante
Desenvolvimento do médium seja ele iniciante ou não, afinal
Jamais se saberá de tudo, e por isso deve-se buscar a constante
Atualização nos materiais sobre o que se pretende aprender.

Comumente relatos de médiuns iniciantes mostram que certos
Médiuns, antes de trabalharem na corrente de Umbanda
Apresentavam incorporações desordenadas constantes,
Visões a todo instante, ouviam e sentiam muitas coisas,
E que, após a entrada para o ofício mediúnico na Casa de
Umbanda, essa intensidade diminuiu muito, chegando em
Alguns dos casos até extinguir-se. Os Guias e Mentores de Luz
Entendem que estas sensações de desequilíbrio e desarmonia
Que antes eram sentidos pelo médium sem terreiro, não mais
São necessárias novamente, eis que estes desequilíbrios
Aconteceram para que o indivíduo se conscientizasse
Sobre seu caminho espiritual, acerca de Deus, da Caridade,
Do seu real objetivo na Terra, e obviamente de seu Karma
Espiritual. Porém esta conscientização só se dará por meio
De estudos.

Reflitamos e entendamos então, que só por meio do estudo
Conseguiremos entender mais sobre estas indagações acima expostas,
E só com a prática habitual do estudo cominada com a prática
Empírica da mediunidade poderá ter a excelência na prestação
Do ofício mediúnico, e no tão pretendido desenvolvimento
“completo” das faculdades mediúnicas. Paciência, estudo,
Concentração, disciplina servirão e muito para galgar o rápido
Desenvolvimento.


Postado por

AS QUEDAS DO MÉDIUM NA UMBANDA


Os médiuns na Umbanda e em outras correntes, também,
Costumam cair ou baquear por três coisas:
a) Excesso de vaidade
b) Ambição pelo dinheiro fácil facultado pelo mau uso da
Mediunidade
c) Sexo, ou seja, ligações amorosas nas dependências do terreiro
Temos observado, verificado mesmo, que muitos médiuns dentro
Do 1º e 2º caso, costumam voltar à linha justa, depois de
Convenientemente disciplinados pelos seus protetores. Para uns,
Apenas alguns trancos duros os consertam; para outros, faz-se
Necessários severos castigos etc, para se reintegrarem e
Finalmente receberem o perdão, visto terem deixado de lado
Tanta vaidade oca e prejudicial e tanta ambição pelo dinheiro fácil,
“do santo”…
Porém, no 3º caso, o perdão - salvo condições excepcionalíssimas
– é difícil, é raro… Quando, por via das condições excepcionais em
Que conateceu o erro, alguns têm sido perdoados de conseqüências
Maiores, mas uma coisa é certa: - geralmente são abandonados pelos
Seus protetores, isto é “o caboclo, o preto-velho” não volta ao exercício
Mediúnico com eles - os médiuns que decaíram pelo sensualismo, pelo
Desrespeito às coisas espirituais de seus Terreiros ou de seus “congás”
E, portanto, sagradas…
Não adianta a esses tais “médiuns-decaídos” quererem empurrar
Teimosamente, nos outros, “o seu caboclo, o seu preto-velho”…
Uma mancha negra persegue-os, não se apaga ninguém se esquece
Do caso e, no fundo, ninguém acredita neles e mesmo os de muita
Boas vontades acabam sempre duvidando de suas “mediunidades,
De seus protetores etc”…
Sabemos que a maior regra, a maior força que existe para um
Médium segurar por toda sua vida terrena a proteção de suas
Entidades afins, é a sua conduta reta em todos os setores, é a sua MORAL,
Especialmente no seio familiar…

Allan Kardec - Livro dos Médiuns, fala sobre isso também, de outra forma.
Vejamos:
2ª Estará no esgotamento do fluido a causa da perda da mediunidade?
“Seja qual for a faculdade que o médium possua, ele nada pode sem o
Concurso simpático dos Espíritos. Quando nada mais obtém, nem
Sempre é porque lhe falta a faculdade; isso não raro se dá, porque os
Espíritos não mais “querem, ou podem servir-se dele.”

3ª Que é o que pode causar o abandono de um médium,
Por parte dos Espíritos?
“O que mais influi para que assim procedam aos bons Espíritos é o
Uso que o médium faz da sua faculdade. Podemos abandoná-lo,
Quando dela se serve para coisas frívolas, ou com propósitos ambiciosos;
Quando se nega a transmitir as nossas palavras, ou os fatos por nós
Produzidos, aos encarnados que para ele apelam, ou que têm necessidade
De ver para se convencerem. Este dom de Deus não é concedido ao
Médium para seu deleite e, ainda menos, para satisfação de suas ambições,
Mas para o fim da sua melhora espiritual e para dar a conhecer aos
Homens a verdade. Se o Espírito verifica que o médium já não
Corresponde às suas vistas e já não aproveita das instruções nem dos
Conselhos que “lhe dá, afasta-se, em busca de um protegido mais digno.”

A suspensão da faculdade não implica o afastamento dos Espíritos
Que habitualmente se comunicam?
“De modo algum. O médium se encontra então na situação de uma
Pessoa que perdesse temporariamente a vista, a qual, por isso, não
Deixaria de estar rodeada de seus amigos, embora impossibilitada
De vê-los. Pode, portanto, o médium e até mesmo deve continuar a
Comunicar-se pelo pensamento com seus Espíritos familiares e
Persuadir-se de que é ouvido. Se for certo que a falta da mediunidade
Pode privá-lo das comunicações ostensivas com certos Espíritos,
Também certo é “que não o pode privar das comunicações morais.”

Por que sinal se pode reconhecer a censura nesta interrupção?
“Interrogue o médium a sua consciência e inquira de si mesmo
Qual o uso que tem feito da sua faculdade, qual o bem que dela tem
Resultado para os outros, que proveito há tirado dos conselhos que se
Têm-lhe dado e terá a “resposta.”


Postado por UMBANDA CAMINHO DA FÉ às 18:29